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Ref: LIV-JH-DDBA-26
Por: Jaime Leonidas Miranda Alves e Caio César Domingues de Almeida
Edição: 1ª Edição
Publicação: 03/2026
Páginas: 449 páginas
Capa: Brochura
Peso: 0,500g
Dimensões: 16 x 23cm

Em um cenário jurídico cada vez mais complexo, dominar estratégias eficazes de defesa criminal tornou-se um diferencial indispensável para advogados que desejam atuar com segurança, técnica e autoridade. Esta obra reúne especialistas que exploram, com profundidade e visão prática, os principais desafios enfrentados pela advocacia criminal contemporânea — desde a investigação inicial até a execução penal. Cada capítulo apresenta reflexões atualizadas, fundamentos teóricos sólidos e orientações estratégicas que ajudam o profissional a transformar conhecimento em atuação eficiente.

Ao longo do livro, o leitor encontrará uma análise cuidadosa de temas que impactam diretamente o cotidiano forense. Questões como provas digitais, investigação defensiva, audiência de custódia, técnicas de inquirição de testemunhas, atuação no Tribunal do Júri e estratégias recursais são abordadas de forma clara e aplicada, permitindo que o profissional compreenda não apenas o “como”, mas também o “porquê” das melhores escolhas estratégicas no processo penal. Trata-se de um material pensado para quem busca evoluir na prática jurídica, fortalecer sua atuação e desenvolver uma defesa técnica realmente efetiva.

Mais do que uma simples reunião de artigos, esta obra se consolida como um verdadeiro manual estratégico da advocacia criminal moderna, trazendo discussões jurisprudenciais recentes, análises críticas e ferramentas práticas que ampliam a capacidade de atuação do advogado diante dos desafios do sistema penal brasileiro.

Principais tópicos abordados na obra:

  • Investigação criminal defensiva e seus fundamentos no sistema jurídico brasileiro
  • Estratégias práticas no atendimento de flagrante e na audiência de custódia
  • Provas digitais, cadeia de custódia e limites da investigação tecnológica
  • Aplicação da teoria dos jogos na defesa em processos da Lei de Drogas
  • Relatórios do COAF, sigilo fiscal e controle jurisdicional à luz da jurisprudência recente
  • Técnicas estratégicas de atuação em crimes sexuais
  • Reconhecimento de pessoas no processo penal após o Tema Repetitivo 1.258 do STJ
  • Atuação da defesa no Tribunal do Júri e preparação para o julgamento em plenário
  • Técnicas de inquirição de testemunhas e condução da audiência de instrução e julgamento
  • Nulidades no Tribunal do Júri e seus impactos processuais
  • Estratégias recursais e habeas corpus na jurisprudência do STF e STJ
  • Execução penal, antecipação da liberdade e garantia de direitos no sistema prisional

Rico em conteúdo técnico, reflexões críticas e estratégias aplicáveis à prática profissional, este livro representa uma fonte valiosa de conhecimento para advogados, estudantes e operadores do Direito que desejam aprofundar sua compreensão do processo penal contemporâneo. Um investimento intelectual que fortalece a atuação jurídica e amplia a capacidade de enfrentar, com segurança e estratégia, os desafios reais da advocacia criminal.

Uma defesa criminal verdadeiramente estratégica começa muito antes da audiência — começa no domínio técnico das etapas invisíveis do processo penal.

Ao longo desta obra, o advogado criminalista é convidado a percorrer, com profundidade e pragmatismo, todas as fases da persecução penal: da investigação defensiva até a execução da pena. Trata-se de um material que dialoga diretamente com a realidade da advocacia criminal contemporânea, oferecendo não apenas reflexão teórica, mas sobretudo ferramentas práticas para decisões estratégicas no dia a dia forense.

Fruto da experiência acadêmica e da vivência prática de diversos especialistas, a obra conecta teoria, jurisprudência atualizada e técnicas de atuação que fazem diferença concreta na condução de um caso. Em um cenário no qual a atuação defensiva exige cada vez mais preparo técnico, domínio de precedentes e capacidade estratégica, cada capítulo propõe caminhos objetivos para fortalecer a defesa técnica e ampliar o campo de atuação do advogado criminalista.

Mais do que apresentar conceitos, o livro demonstra como pensar estrategicamente o processo penal. Questões delicadas — como provas digitais, reconhecimento de pessoas, atuação em flagrante, nulidades no Tribunal do Júri, habeas corpus e execução penal — são analisadas sob uma perspectiva aplicada, permitindo que o profissional transforme conhecimento em decisões eficazes.

Nesse contexto, a obra se consolida como um instrumento de atualização jurídica e de refinamento técnico. Ao incorporá-la à sua rotina profissional, o advogado passa a contar com uma fonte sólida de consulta, capaz de orientar estratégias processuais, fortalecer teses defensivas e ampliar sua segurança técnica em momentos decisivos do processo penal.

 

Principais temas abordados e atualizações relevantes

Entre os temas desenvolvidos ao longo dos capítulos, destacam-se:

  • Investigação criminal defensiva e seus fundamentos jurídicos
  • Estratégias práticas no atendimento de flagrante e audiência de custódia
  • Atuação da defesa diante de provas digitais e investigação cibernética
  • Técnicas estratégicas em processos envolvendo a Lei de Drogas
  • Relatórios do COAF, sigilo fiscal e controle jurisdicional à luz da jurisprudência recente
  • Atuação da defesa em crimes sexuais e limites éticos da advocacia
  • Reconhecimento de pessoas no processo penal após o Tema Repetitivo 1.258 do STJ
  • Estratégias processuais e nulidades no Tribunal do Júri
  • Técnicas de inquirição de testemunhas e condução da audiência de instrução e julgamento
  • Perspectiva de gênero no processo penal e direitos das mulheres
  • Defesa técnica no contexto da Lei Maria da Penha
  • Habeas corpus substitutivo e sua evolução jurisprudencial no STF e STJ
  • Teoria geral dos recursos no processo penal e suas aplicações estratégicas
  • Fundamentos e admissibilidade do recurso especial
  • Estratégias para antecipação da liberdade na execução penal
  • Natureza jurídica da execução penal e limites do poder judicial
  • Direitos dos presos e análise crítica do sistema penitenciário brasileiro
  • Controvérsias sobre o protesto da pena de multa na execução penal

A obra dialoga diretamente com precedentes relevantes dos tribunais superiores e com discussões atuais da prática penal contemporânea.

 

Por que adquirir esta obra

Na advocacia criminal, muitas vezes o resultado de um processo não depende apenas do conhecimento da lei, mas da capacidade de interpretar cenários, antecipar movimentos processuais e estruturar estratégias defensivas sólidas.

Este livro oferece exatamente esse diferencial.

Ao explorar cada fase do processo penal com olhar estratégico, a obra contribui para que o advogado:

  • identifique oportunidades defensivas frequentemente negligenciadas
  • compreenda limites e potencialidades das provas digitais
  • atue com segurança em audiências, interrogatórios e sustentações técnicas
  • utilize precedentes relevantes dos tribunais superiores de forma estratégica
  • desenvolva raciocínio processual mais refinado na condução de casos complexos

Trata-se, portanto, de um material que amplia a capacidade de análise jurídica e fortalece a atuação prática do profissional que lida diariamente com o processo penal.

 

A relevância da obra no cenário jurídico atual

O processo penal brasileiro vive um momento de intensa transformação jurisprudencial e institucional. Temas como cadeia de custódia, provas digitais, reconhecimento de pessoas, limites investigativos e garantias processuais têm sido constantemente redefinidos pelos tribunais superiores.

Nesse ambiente dinâmico, a atualização permanente não é apenas recomendável — ela se tornou indispensável.

A obra se posiciona exatamente nesse ponto de interseção entre teoria, jurisprudência e prática profissional. Ao sistematizar debates atuais e apresentar estratégias concretas de atuação, o material se transforma em uma ferramenta de consulta valiosa para advogados que buscam não apenas acompanhar as mudanças do direito penal, mas atuar com protagonismo técnico diante delas.

 

Público-alvo

A obra foi concebida especialmente para profissionais que atuam ou pretendem atuar com profundidade no processo penal, tais como:

  • Advogados criminalistas em início ou em consolidação de carreira
  • Advogados que desejam aperfeiçoar técnicas de atuação estratégica em processos penais
  • Defensores públicos
  • Professores e pesquisadores da área de processo penal
  • Estudantes de pós-graduação em Direito Penal e Processual Penal
  • Profissionais que atuam em tribunais do júri e execução penal
  • Operadores do direito interessados em jurisprudência recente dos tribunais superiores

Também se revela particularmente útil para advogados que desejam elevar o nível técnico de sua atuação e estruturar estratégias defensivas mais sofisticadas.

 

Perguntas frequentes (FAQ)

A obra possui enfoque mais teórico ou prático?

Embora apresente fundamentos teóricos importantes, o material tem forte orientação prática, com análise de estratégias defensivas e situações concretas da atuação criminal.

O livro aborda jurisprudência recente dos tribunais superiores?

Sim. Diversos capítulos analisam precedentes relevantes do STF e do STJ, incluindo temas repetitivos e decisões paradigmáticas que impactam diretamente a atuação da defesa.

É indicado para advogados iniciantes na advocacia criminal?

Sem dúvida. O conteúdo oferece fundamentos essenciais e orientações estratégicas que auxiliam na construção de uma atuação criminal sólida desde o início da carreira.

Profissionais experientes também se beneficiam da obra?

Sim. O livro reúne discussões atualizadas e análises estratégicas que contribuem para o aperfeiçoamento técnico mesmo de advogados com larga experiência na área.

O material aborda temas atuais como provas digitais e investigação defensiva?

Sim. Esses temas são tratados com profundidade, explorando tanto os aspectos jurídicos quanto os desafios práticos enfrentados na advocacia contemporânea.

A advocacia criminal exige preparo técnico constante, leitura estratégica do processo e domínio das transformações jurisprudenciais que moldam a prática forense.

Esta obra se apresenta como uma aliada nesse percurso profissional. Ao incorporá-la à sua biblioteca jurídica, você não adquire apenas um livro: passa a contar com um instrumento de reflexão estratégica, atualização permanente e fortalecimento da defesa técnica — elementos indispensáveis para quem pretende atuar com excelência no processo penal brasileiro.

Sumário

PARTE I

INVESTIGAÇÃO

CAPÍTULO 1

A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DIRETA PELA DEFESA – APONTAMENTOS ESSENCIAIS PARA UMA DEFESA TÉCNICA EFETIVA

Franklyn Roger Alves Silva

INTRODUÇÃO

1.1 O potencial do sistema jurídico brasileiro no campo da investigação criminal defensiva

1.1.1 Suporte normativo para a investigação defensiva

1.1.2 A ampla defesa e contraditório como princípios norteadores

1.1.3 A definição da investigação defensiva no Brasil

1.2 A teoria da investigação criminal defensiva e a carência normativa a ser suprida

1.3 A investigação criminal defensiva e o seu desempenho prático

1.3.1 Colheita e registro de depoimentos

1.3.2 Requisição de documentos e informações

1.3.3 Exames e contraprova pericial

1.3.4 Exame de local

1.3.5 Depoimento de especialistas e apoio de equipes multidisciplinares

1.3.6 Acesso aos bancos de dados públicos

1.3.7 Acesso às informações pessoais do imputado 

1.3.8 Coleta de dados pessoais da vítima e de seu comportamento em espaços públicos

1.3.9 A interceptação de dados e comunicações telefônicas por iniciativa defensiva

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 2

ATENDIMENTO DE FLAGRANTE E AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA: ESTRATÉGIAS PRÁTICAS DA ADVOCACIA CRIMINAL

Cinthia Souza

2.1 Seja reconhecido como especialista: a oportunidade vai chegar

2.2 O celular tocou: alguém foi preso!

2.3 Recebimento dos honorários: não deixe para resolver depois

2.4 Antes de chegar à delegacia: confirmação, comunicação e postura

2.5 Na teoria, prerrogativas; na prática, resistência e clima hostil

2.6 Aspectos técnicos da prisão em flagrante

2.7 Atuação estratégica da defesa em sede policial nos casos de tráfico ilícito de entorpecentes

2.7.1 Atenção redobrada em casos envolvendo gestantes ou mães de crianças pequenas em situação de flagrante

2.8 Atuação estratégica da defesa em sede policial nos casos em que o cliente será submetido ao procedimento de reconhecimento pessoal

2.9 Audiência de custódia

2.9.1 A importância da orientação prévia ao custodiado

2.9.2 Relaxamento da prisão

2.9.3 Liberdade provisória

2.9.4 A importância da compatibilização das medidas cautelares com o caso concreto

2.9.5 Requerimentos após a audiência de custódia: estratégias possíveis

CONCLUSÃO

CAPÍTULO 3

ATUAÇÃO ESTRATÉGICA DA DEFESA NAS PROVAS DIGITAIS

Marcello Mariano

3.1 Da qualidade intrínseca das provas digitais

3.2 Das fases do elemento digital

3.2.1 Vestígios, Evidências e Provas

3.2.2 Dos meios de obtenção de elementos digitais

3.2.3 Dos documentos derivados dos procedimentos de obtenção das provas digitais

3.3 Das extrações nos celulares

3.4 A utilização de malware na investigação criminal como metodo de obtenção e coleta de dados digitais

3.5 A ausência de legislação para utilização de malware pelo estado é a ilicitude da prova obtida por este método.

3.6 Da atuação inicial do advogado criminalista em processos que tenham provas digitais

3.7 Da admissibilidade ou inadimissibilidade da prova digital na ação penal

3.8 A preservação da cadeia de custódia da prova digital como prevenção a utilização de prova ilícita e efetivação do contraditório no processo penal.

3.9 Da impossibilidade de presunção de higidez da prova digital em tempos de avanço técnologico contínuo

3.10 Da possibilidade de utilização da tese do fishing expedition e lavagem de elementos digitais obtidos ilicitamente como antídoto ao contraditório da prova digital apresentada em que não seja possível exercer o controle de legalidade.

3.11 O que não pode faltar na sua resposta à acusação

3.12 Da possibilidade de pedido de aplicação de distinguishing na resposta à acusação em caso de rejeição das teses preliminares apontadas pela defesa

3.13 O que explorar na audiência de instrução e julgamento

3.14 A investigação cibernética defensiva em busca de provas digitais que corroborem as teses defensivas 

PARTE II

INTRUÇÃO E JULGAMENTO

CAPÍTULO 4

LEI DE DROGAS, DEFESA TÉCNICA E TEORIA DOS JOGOS: DUALIDADE ENTRE RESGUARDAR OU NÃO AS TESES DEFENSIVAS

Bárbara Julianne Rodrigues / Lucas Mikaly Gal

INTRODUÇÃO

4.1 Teoria dos jogos como instrumento estratégico da ampla defesa 

4.2 Defesa Prévia e o momento adequado para aprofundamento de teses 

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 5

RELATÓRIOS DO COAF E SIGILO FISCAL: NOTAS SOBRE A GARANTIA DE CONTROLE JURISDICIONAL A PARTIR DA COMPREENSÃO JURISPRUDENCIAL ACERCA DO TEMA

Luiz Antonio Borri / Rafael Junior Soares

INTRODUÇÃO

5.1 Evolução jurisprudencial a partir do julgamento do RE 1.055.941/SP

5.1.1 STF e o RE 1.055.941/SP

5.1.2 HC 201.965/RJ no STF e a necessidade de prévia investigação formal

5.1.3 STJ e o RHC 147.707/PA: ilicitude dos relatórios de inteligência solicitados diretamente pela autoridade policial ao COAF

5.1.3.1 A procedência da RCL 61.944/PA cassando os efeitos da decisão do STJ: a possibilidade de solicitação de material ao órgão de inteligência financeira

5.1.4 A 3ª Seção do STJ e o AgRg no REsp 2.150.571/SP: distinguishing do Tema 990 e a impossibilidade de solicitação direta de relatórios de inteligência pelo Ministério Público ao COAF sem autorização judicial

5.1.5 Do RE 1.537.165/SP no STF e o Tema 1404

5.2 Reserva jurisdicional, compartilhamento de informações e tutela constitucional do indivíduo na atividade persecutória penal

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS 

CAPÍTULO 6

A ATUAÇÃO DO(A) ADVOGADO(A) NOS CRIMES SEXUAIS: LIMITES E POSSIBILIDADES

Beatriz Daguer

INTRODUÇÃO

6.1 Os deveres éticos do advogado 

6.2 O standard probatório e o microssistema de defesa às vítimas de crimes sexuais

6.3 Técnicas de atuação na defesa e na assistência de acusação

6.3.1 A investigação defensiva e a teoria da perda de uma chance probatória

6.3.2 A produção de provas no processo penal

6.3.3 O depoimento especial e a audiência de instrução

6.3.4 As alegações finais e os recursos nos Tribunais superiores

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CAPÍTULO 7

DO ROSTO À PROVA: O RECONHECIMENTO DE PESSOAS NO PROCESSO PENAL BRASILEIRO SOB A ÓTICA DO JULGAMENTO DO TEMA REPETITIVO Nº 1.258 PELO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Tales Bernal Bornia

INTRODUÇÃO

7.1 A Evolução Do Tratamento Do Tema Pelos Tribunais Superiores E Pelo Conselho Nacional De Justiça

7.1.1 A posição tradicional: o art. 226 do CPP como “mera recomendação”

7.1.2 O ponto de inflexão: julgamento do HC 598.886/SC pela Sexta Turma do STJ

7.1.3 Consolidação e refinamento do novo entendimento no STJ

7.1.4 A posição do Supremo Tribunal Federal

7.1.5 A Resolução nº 484/2022 do Conselho Nacional de Justiça e a sua aplicação

7.2 O julgamento do tema repetitivo nº 1.258 Pelo superior tribunal de justiça

7.2.1 Os processos afetados

7.2.2 O entendimento da terceira seção e as teses fixadas

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 8

QUANDO O RITO DO JÚRI VESTIRÁ SUAS PRÓPRIAS ROUPAS?

Bruno Castro

8.1 A regulamentação do rito do júri

8.2 A denúncia e seus requisitos

8.3 As causas de rejeição da denúncia

8.4 O excesso de linguagem no recebimento da denúncia

8.5 O excesso de linguagem na decretação da prisão

8.6 A resposta à acusação

8.7 O número limite de testemunhas

8.8 A testemunha extemporânea

8.9 As testemunhas do assistente de acusação 

8.10 A contra-resposta à acusação do Ministério Público

8.11 O “des-recebimento” da denúncia ou a absolvição sumária

8.12 O saneamento do processo: provas irrelevantes, impertinentes ou protelatórias?

8.13 A audiência de instrução: oitiva do ofendido

8.14 A ordem de inquirição das testemunhas

8.15 A oitiva pelo juízo de testemunha dispensada

8.16 A substituição de testemunhas

8.17 As diligências ao fim da instrução

8.18 A mutatio libelli

8.19 O debate oral e os memoriais escritos

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 9

DA FASE DO ART. 422 DO CPP: A PREPARAÇÃO DO PROCESSO PARA JULGAMENTO EM PLENÁRIO

Florence Rosa

INTRODUÇÃO

9.1 O arrolamento de testemunhas: a ordem de apresentação da manifestação procedimental do art. 422 do CPP sob a ótica constitucional

9.2 Da possibilidade de renovação probatória: é possível arrolar testemunhas não ouvidas anteriormente?

9.3 Arrolamento de testemunhas e a limitação numérica de ordem legal

9.4 Testemunha arrolada em caráter de imprescindibilidade

9.5 Pode o representante dos assistentes de acusação arrolar testemunhas?

9.6 Perda do prazo para a manifestação na fase do art. 422: preclusão?

9.7 É possível a substituição das testemunhas arroladas?

9.8 Corréu pode ser testemunha?

9.9 Requerimento de diligências e a juntada de documentos

9.10 Requerimento de autorização para uso de trajes civis e não uso de algemas

9.11 Requerimento de gravação da sessão plenária

9.12 O paradoxo temporal das diligências pendentes

9.13 O desmembramento estratégico na fase preparatória

9.14 A habilitação de assistentes técnicos

9.15 O requerimento de produção antecipada de prova e a gestão do risco probatório

9.15.1 A produção antecipada de prova testemunhal

9.15.2 O incidente de falsidade documental

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 10

TÉCNICAS DE INQUIRIÇÃO DE TESTEMUNHAS E ATUAÇÃO ESTRATÉGICA NA AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO E JULGAMENTO

Jaime Leônidas Miranda Alves

10.1 A importância da audiência de instrução e julgamento

10.2 Quando perguntar e quando não perguntar

10.3 O que pode e o que não pode ser perguntado

10.4 Técnicas de inquirição de testemunha

10.5 Questionando o reconhecimento de pessoas

10.6 Interrogatório do réu

10.7 Como fazer para constar determinado fato em ata?

REFERÊNCIAS

 

 

CAPÍTULO 11

NULIDADES NO TRIBUNAL DO JÚRI

Gina Muniz 

CONSIDERAÇÕES INICIAIS: formalidades não são filigranas jurídicas

11.1 Classificação e efeitos das nulidades 

11.2 Nulidades no tribunal do júri 

11.2.1 Nulidades na decisão de pronúncia

11.2.2 Nulidades no judicium causae 

11.2.2.1 Nulidades na preparação do julgamento 

11.2.2.2 Nulidades na sessão de julgamento 

11.2.3 Nulidade enquanto fator impeditivo da execução provisória da pena (Art. 492, §§ 3º, 4º e 5º do CPP).

CONSIDERAÇÕES FINAIS 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CAPÍTULO 12

DIREITO DAS MULHERES EM PERSPECTIVA COM BASE EM SUA COMPREENSÃO COMO SUJEITO PROCESSUAL

Débora Machado Aragão

INTRODUÇÃO

12.1 Perspectiva de gênero

12.2 Mulheres: meio de prova ou sujeitos processuais

12.3 Direito ao silêncio: direito da mulher em situação de violência em não se expressar

12.4 Audiência de conciliação e vítimas de violência 

12.5 Assistência qualificada às mulheres vítimas de violência

12.6 Proibição de práticas atentatórias à dignidade das vítimas de violência

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 13

A DEFESA DO ACUSADO NO CONTEXTO DA LEI MARIA DA PENHA

Izadora Barbieri

INTRODUÇÃO

13.1 Breve contexto histórico da lei maria da penha no Brasil

13.2 Conduta ética e técnica da defesa

13.3 Desafios e problemas práticos para a defesa 

13.4 Práticas de defesa eficazes - investigação defensiva e estratégia probatória

13.5 A palavra da vítima 

13.6 Direito ao silêncio do acusado e direito ao silêncio da vítima

13.7 (Im)possibilidade de acordos penais no contexto da lei maria da penha 

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PARTE III

Recursos e Habeas Corpus

CAPÍTULO 14

CABIMENTO DOS HABEAS CORPUS SUBSTITUTIVOS NA JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Caio César Domingues de Almeida

INTRODUÇÃO

14.1 Do habeas corpus substitutivo do recurso em habeas corpus

14.2 Habeas Corpus substitutivo (e concomitante) ao Recurso Especial

14.3 Habeas Corpus substitutivo de Revisão Criminal

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 15

TEORIA GERAL DOS RECURSOS NO PROCESSO PENAL: FUNDAMENTOS E ESTRATÉGIAS DA ADVOCACIA CRIMINAL

Nathan Castelo Branco de Carvalho

INTRODUÇÃO

15.1 Classificações dos Recursos

15.1.1 Reexame versus Revaloração

15.2 Efeitos dos Recursos

15.2.1 Devolutivo

15.2.2 Suspensivo

15.2.3 Translativo

15.3 Sistema Recursal no Processo Penal Brasileiro

15.3.1 Tipicidade Recursal

15.3.2 Motivação

15.3.3 Vedação da reformatio in pejus

15.3.4 Extensão Subjetiva dos Efeitos

15.4 Requisitos dos Recursos

15.4.1 Requisitos objetivos

15.4.2 Requisitos subjetivos

15.5 Procedimento

15.5.1 Interposição e Razões Recursais

15.5.2 Juízo de Admissibilidade

15.5.3 Juízo de Mérito

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PARTE iv

EXECUÇÃO DE PENA INICIA COMO ARTIGO ATUAÇÃO ESTRATÉGICA 

PARA ANTECIPAÇÃO DA LIBERDADE

CAPÍTULO 16

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE OS FUNDAMENTOS E A ADMISSIBILIDADE DO RECURSO ESPECIAL 

Rodrigo Casimiro Reis

16.1 A finalidade constitucional do recurso especial

16.2 Exaurimento da instância (Súmula 207/STJ - recurso especial criminal)

16.3 Necessidade de impugnação dos fundamentos da decisão recorrida

16.4 Prequestionamento 

16.5 Descabimento do recurso especial com a pretensão de simples reexame de provas e de cláusulas contratuais 

16.6 Hipóteses de cabimento do recurso especial 

16.6.1 Art. 105, III, “a”, da CF/88

16.6.2 Art. 105, III, “b”, da CF/88

16.6.3 Art. 105, III, “c”, da CF/88

16.7 Efeitos do recurso especial&anbsp;

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 17

ATUAÇÃO ESTRATÉGICA PARA ANTECIPAÇÃO DA LIBERDADE

José Flávio Ferrari Roehrig

INTRODUÇÃO

17.1 A faceta invisível da pena

17.2 A inércia como fator agravante

17.3 A defesa ativa e a redução de danos

17.4 Gestão do tempo prisional: Remição de pena

17.5 Previsibilidade do indulto e comutação

17.6 Suspensão de pena alternativa

17.7 Antecipação de possíveis ocorrências

CONCLUSÃO

CAPÍTULO 18

EXECUÇÃO PENAL, QUAL É A SUA NATUREZA? ALGUMAS IMPLICAÇÕES SOBRE OS LIMITES DO PODER JUDICIÁRIO EM RELAÇÃO À DISCIPLINA PENITENCIÁRIA

José Flávio Ferrari Roehrig

18.1 Natureza jurídica da execução penal

18.2 Questão disciplinar

18.3 Competência do juízo da execução penal diante das sanções administrativas

18.4 Posse de drogas para fins de consumo pessoal dentro do estabelecimento prisional

18.5 Apreensão de aparelho celular nos presídios

CONCLUSÃO PARCIAL

REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 19

ENTRE A LEI E A REALIDADE: UMA ANÁLISE CRÍTICA SOBRE A (IN)EFETIVIDADE DOS DIREITOS DOS PRESOS NO BRASIL

Joseline Mirele Pinson de Vargas / Joanna Smiderle

INTRODUÇÃO 

19.1 O preso como sujeito de direitos na execução penal

19.2 Realidade da situação carcerária no brasil - o estado de coisas inconstitucional:

19.3 Redução de danos e medidas para garantia de direitos no sistema prisional

19.3.1 Súmula Vinculante 56 do STF e a impossibilidade de manutenção do condenado em regime mais gravoso em razão da falta de vagas

19.3.2 Prisão domiciliar e progressão de regime especial para mulheres gestantes e mães de crianças até 12 anos

19.3.3 Prisão domiciliar humanitária em caso de doença grave

19.3.4 Contagem em dobro do tempo de pena cumprido em condições degradantes

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CAPÍTULO 20

PROTESTO DA PENA DE MULTA: UM FRANKENSTEIN NA EXECUÇÃO PENAL

Diego de Azevedo Simão 

INTRODUÇÃO

20.1 A decisão penal condenatória como título executivo judicial

20.2 Possibilidade de protesto da decisão penal condenatória para cumprimento de obrigação de natureza cível

20.3 Protesto da pena de multa: um Frankenstein na execução penal

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Jaime Leonidas Miranda Alves

Defensor Público do Estado de Rondônia. Ex-Defensor Público do Estado do Amapá. Professor em cursos de graduação e pós-graduação. Mestre em Ciência jurídica pela Universidade do Vale do Itajaí. Membro da Comissão de Política Criminal da Associação Nacional de Defensoras e Defensores Públicos. Especialista em Direito Público pela PUC-Minas e Direito Constitucional pela Universidade Cândido Mendes. Autor do livro “O Novo Constitucionalismo Latino-americano e a tutela dos direitos fundamentais” e do “Direito Constitucional organizado em quadros”. Organizador das coleções “Temas Essenciais de Direito Público” e “A Defensoria Pública nos trinta anos da Constituição Federal de 1988”. Coautor do “Manual da Defensoria Pública”. Vice-Presidente da Associação das Defensoras Públicas e Defensores Públicos do Estado de Rondônia. Parecerista da Revista Culturas Jurídicas / UFF.

 

Caio César Domingues de Almeida

Advogado criminalista. Especialista em Direito Penal e Criminologia (CEI). Professor de Processo Penal e Habeas Corpus. Autor do livro “Habeas Corpus na jurisprudência dos Tribunais Superiores”, publicado na Editora CEI. Administrador do perfil @caiocdominguges