A atuação jurídica contemporânea exige mais do que domínio técnico: exige compreensão crítica das estruturas que impactam a efetividade dos direitos fundamentais. É exatamente nesse ponto que a obra organizada por Francini Imene Dias Ibrahin e Patrícia Tuma Martins Bertolin se destaca, ao oferecer uma análise densa, atual e diretamente conectada à realidade social e jurídica.
Ao percorrer seus capítulos, você amplia sua capacidade de interpretar normas sob uma perspectiva mais completa, incorporando elementos essenciais como interseccionalidade, políticas públicas e jurisprudência contemporânea. Isso se reflete de forma concreta na sua prática: elaboração de peças mais consistentes, argumentação mais qualificada e decisões mais alinhadas às exigências atuais do sistema de justiça.
Com abordagem interdisciplinar e fundamentação sólida, a obra fortalece seu posicionamento profissional, permitindo que você atue com maior segurança técnica em temas sensíveis e cada vez mais presentes no cotidiano jurídico.
Entre os principais tópicos abordados, destacam-se:
Ao incorporar esse conhecimento à sua atuação, você passa a operar com uma visão mais estratégica e alinhada às transformações do Direito contemporâneo. Trata-se de um conteúdo que não apenas amplia seu repertório, mas qualifica sua prática, posicionando você de forma diferenciada em um cenário jurídico que valoriza técnica, sensibilidade e profundidade analítica.
Compreender os direitos das mulheres no cenário jurídico contemporâneo não é apenas uma questão de atualização — é uma exigência para uma atuação técnica comprometida com a realidade social e com a efetividade dos direitos fundamentais.
Nesta obra, organizada por Francini Imene Dias Ibrahin e Patrícia Tuma Martins Bertolin, você é conduzido por uma análise profunda, crítica e multidisciplinar sobre as múltiplas dimensões que envolvem os direitos humanos das mulheres. Ao longo dos capítulos, o conteúdo articula doutrina, legislação, dados empíricos e jurisprudência, oferecendo uma leitura que dialoga diretamente com os desafios enfrentados na prática jurídica.
Com uma abordagem original e fundamentada, a obra não se limita à exposição teórica. Ela propõe reflexões estruturadas e aplicáveis, permitindo que você compreenda como temas como violência de gênero, desigualdade estrutural e políticas públicas impactam diretamente sua atuação profissional. Trata-se de um material que amplia sua visão jurídica e fortalece sua capacidade de argumentação em casos concretos.
Fruto da colaboração de especialistas de diversas áreas, o conteúdo apresenta pluralidade de perspectivas e rigor metodológico, consolidando-se como uma fonte confiável para quem busca segurança técnica aliada à sensibilidade social. Ao incorporar essa leitura à sua rotina, você passa a atuar com maior profundidade, consistência e consciência crítica.
Entre os principais temas, destacam-se:
A análise jurídica da violência de gênero em suas múltiplas formas
A desigualdade salarial e os mecanismos de promoção da equidade
Os direitos reprodutivos e sua proteção normativa
A maternidade e seus reflexos no Direito do Trabalho e Previdenciário
A interseccionalidade e seus impactos na aplicação do Direito
O papel das políticas públicas na promoção da igualdade material
A atuação do sistema penal em casos de violência contra a mulher
A justiça com perspectiva de gênero e sua aplicação prática
A educação como instrumento de transformação social
A análise de legislação recente, incluindo normas sobre equidade salarial
O diálogo com organismos internacionais e direitos humanos
A utilização de dados empíricos na construção de argumentos jurídicos
Ao incorporar esse conteúdo à sua atuação, você passa a contar com uma base sólida para interpretar e aplicar normas sob uma perspectiva mais completa e alinhada às demandas atuais. A obra facilita a construção de teses mais consistentes, contribui para decisões mais fundamentadas e fortalece sua atuação em áreas sensíveis e em constante evolução.
Sob o ponto de vista acadêmico, o material oferece aprofundamento teórico consistente e atualizado. No aspecto prático, permite que você compreenda como aplicar esses conceitos em casos concretos, especialmente em contextos que exigem leitura crítica e domínio interdisciplinar. Estratégicamente, trata-se de um diferencial relevante em um mercado que valoriza profissionais capazes de unir técnica e visão social.
Nesse contexto, a importância da obra se torna ainda mais evidente. O Direito contemporâneo exige uma abordagem que vá além da literalidade normativa, incorporando perspectivas que garantam a efetividade dos direitos fundamentais. A crescente valorização da igualdade material e da justiça com perspectiva de gênero reforça a necessidade de domínio técnico qualificado sobre esses temas.
A obra se insere como um instrumento essencial para essa nova realidade, permitindo que você atue com segurança, sensibilidade e autoridade em um campo que exige preparo técnico e consciência crítica.
Este conteúdo é especialmente direcionado a:
Advogados e advogadas que atuam em Direito Constitucional, Penal, Trabalhista, Previdenciário e Direitos Humanos
Magistrados, membros do Ministério Público e da Defensoria Pública
Profissionais que atuam na formulação e execução de políticas públicas
Pesquisadores, docentes e estudiosos das áreas jurídicas e sociais
Estudantes de graduação e pós-graduação que buscam aprofundamento técnico e crítico
Profissionais envolvidos na promoção e proteção dos direitos fundamentais
Perguntas frequentes:
A obra aborda apenas violência doméstica?
Não. O conteúdo abrange diversas dimensões dos direitos das mulheres, incluindo trabalho, educação, políticas públicas e direitos reprodutivos.
Há análise de legislação atualizada?
Sim. A obra contempla normas recentes e relevantes, além de dialogar com jurisprudência e instrumentos internacionais.
O livro possui aplicação prática?
Sim. Os temas são tratados com enfoque que permite aplicação direta na atuação jurídica e na construção de argumentos.
Existe abordagem interdisciplinar?
Sim. O conteúdo integra Direito, Sociologia, Ciência Política e estudos de gênero, oferecendo visão ampla e estruturada.
A obra utiliza dados empíricos?
Sim. Diversos capítulos são fundamentados em pesquisas e dados oficiais, fortalecendo a análise jurídica.
Ao final, você encontra mais do que um estudo doutrinário: um instrumento que qualifica sua atuação e amplia sua capacidade de compreender e enfrentar questões complexas com profundidade técnica. Em um cenário jurídico que exige preparo, sensibilidade e atualização constante, este conteúdo se apresenta como um aliado estratégico para uma atuação mais consciente, consistente e alinhada às transformações sociais.
Sumário
Apresentação
Ana Virginia Moreira Gomes
CAPÍTULO 1
A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO PARA UMA VIDA SEM VIOLÊNCIA
Carolina Alves de Souza Lima | Francini Imene Dias Ibrahin
1 Introdução
2 Violência Contra as Mulheres: Conceito e Tipologias
2.1 Violência Física
2.2 Violência Psicológica
2.3 Violência Sexual
2.4 Violência Patrimonial
3 Educação como Ferramenta para o Enfrentamento à Violência de Gênero
4 Educação em Direitos Humanos como Ferramenta para o Enfrentamento à Violência de Gênero
5 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 2
DIREITOS EDUCACIONAIS E O GÊNERO FEMININO NA PERSPECTIVA DE NÍSIA FLORESTA
Audra Pires Silveira Thomaz
1 Panorama histórico dos direitos das mulheres: um caminho árduo
2 A representatividade feminina nos direitos educacionais brasileiros: Nísia Floresta a maior educadora feminista do Brasil
3 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 3
EDUCAÇÃO NÃO DISCRIMINATÓRIA E IGUALDADE DE GÊNERO: desafios brasileiros
Larissa Pizzotti Faiçal | Suellen Elissa Zaparoli Pedroso
1 Introdução
2 Compromisso internacional com a educação
2.1 30 anos da IV Conferência Mundial sobre a Mulher: a Plataforma de Ação de Pequim
2.2 Convenção para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW)
3 Educação não discriminatória: desafios brasileiros
3.1 O enfoque necessário na educação infantil
3.2 Material didático não discriminatório e a questão política brasileira
4 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 4
MULHERES NA EDUCAÇÃO: desafios para transição justa na nova era tecnológica
Monica Sapucaia Machado | Fernanda Salgueiro Borges
1 Introdução
2 Educação, Gênero e Desenvolvimento: a Trajetória da Inclusão Feminina no Ensino e seus Desafios na Revolução 4.0
2.1 Acesso à educação e a luta por direitos das mulheres
2.2 A autonomia das mulheres
2.3 A importância da educação superior para igualdade de gênero
3 Mulheres na nova era tecnológica da indústria 4.0
3.1 Mulheres brasileiras nas carreiras de STEM e os desafios da Revolução 4.0
3.2 O impacto da Inteligência Artificial no mercado de trabalho e as desigualdades de gênero no Brasil
4 Direito à transição justa em face dos riscos da indústria 4.0
5 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 5
LEI Nº 14.611/2023: os desafios à efetivação da equidade salarial no Brasil
Patrícia Tuma Martins Bertolin | Tamires Torres Alves
1 Introdução
2 A aprovação e a regulamentação da Lei nº 14.611/2023 (Lei de Equidade Salarial)
3 Obstáculos à aplicação da Lei de Igualdade Salarial (Lei nº 14.611/2023)
4 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 6
PARTICIPAÇÃO E REPRESENTATIVIDADE DAS MULHERES NOS SINDICATOS
Fabiana Larissa Kamada
1 Introdução
2 Dificuldades da participação feminina no movimento sindical
3 Representatividade das mulheres nos sindicatos e a importância de uma pauta identitária
4 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 7
QUANDO O ALVO É A MULHER: as múltiplas faces do assédio moral laboral
Anna Paola Lorusso Martino
1 Introdução
2 O assédio moral laboral
3 Proteção legal contra o assédio moral
4 A dificuldade probatória
5 Conclusões
Referências
Acórdãos:
CAPÍTULO 8
DEVERES DE CUIDADO E DIVISÃO SEXUAL DO TRABALHO: a discriminação de gênero e a construção de uma política global de desenvolvimento
Bárbara Livio | Monique Ribeiro de Carvalho Gomes
1 Introdução
2 Entre Bourdieu, Federici e Hirata - o cuidado como trabalho feminino
2.1 Divisão Sexual do Trabalho e Feminização da Pobreza
3 O Direito Internacional público e a promoção dos direitos das mulheres no trabalho: a criação de um macrossistema global
4 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 9
DESPROTEÇÃO PREVIDENCIÁRIA DAS MULHERES ACENTUADA PELA EMENDA CONSTITUCIONAL 103 DE 2019: reflexões sobre cuidado, direitos e desigualdades
Regina Stela Corrêa Vieira | Taísi Rosa Rodrigues Oliveira
1 Introdução
2 O cuidado enquanto trabalho não-remunerado e a desigualdade no emprego
3 No salário ou na aposentadoria, mulheres trabalham mais e ganham menos
4 Impactos trazidos pela Reforma da Previdência de 2019
4.1 Aposentadoria aos 62 anos de idade e um cálculo desvantajoso
4.2 Limitações à pensão por morte e a predominância de mulheres beneficiárias
5 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 10
A MULHER E A ASSISTÊNCIA SOCIAL NO BRASIL: um retrato do abandono da mulher idosa
Roberta Soares da Silva | Ester Moreno de Miranda Vieira
1 Introdução
2 Assistência Social no Brasil: evolução histórica, fundamentos e diretrizes
3 A Proteção à Pessoa Idosa na Legislação Assistencial
3.1 Mas como funcionam as políticas públicas de assistência social e atenção à pessoa idosa?
3.2 Mas o que compreende o SUAS?
4 Envelhecimento e Gênero: a condição da mulher idosa
5 A abandono da mulher idosa e as insuficiências das políticas públicas
6 Matricialidade familiar: “Família Unipessoal” ou Solidão Invisibilizada?
7 Considerações finais
Referências
CAPÍTULO 11
ALIMENTOS COMPENSATÓRIOS PARA EX-CÔNJUGE
Beatriz Hlavai Mattos
1 Introdução
2 Das Organizações Sociais Patriarcal e Capitalista – Divisão Sexual do Trabalho
3 A igualdade formal entre homens e mulheres e a previsões legais sobre pensão alimentícia para ex-cônjuge
4 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 12
ENTRE MÃES E AMIGAS: direitos da maternidade
Karen Machado Freire | Amanda Oliveira Calazans
1 Introdução
2 Não se trata de privilégio: a garantia de direitos na maternidade
3 Aleitamento materno
4 Maternidade e o mercado de trabalho: diversidade e lucratividade
5 O combate à violência obstétrica requer conhecimento
6 Maternidade como uma questão da coletividade
7 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 13
CORRESPONSABILIDADE PARENTAL E IGUALDADE DE GÊNERO: olhares cruzados
Denise Almeida de Andrade
1 Introdução
2 Reflexões introdutórias sobre discriminação de gênero, maternidade e parentalidade
3 A corresponsabilidade parental como uma alternativa para a ressignificação dos papéis do homem e da mulher
4 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 14
DIREITOS REPRODUTIVOS E A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO: uma análise sob a
perspectiva de gênero
Gabryella Cardoso da Silva | Giovanna Bolletta Perez
1 Introdução
2 A divisão sexual do trabalho e o controle reprodutivo das mulheres
3 Direitos reprodutivos e autonomia feminina
4 Direitos reprodutivos e a mão de obra na economia do cuidado
5 Considerações finais
Referências
CAPÍTULO 15
RECONHECIMENTO DOS DIREITOS HUMANOS DAS MULHERES NA ASSISTÊNCIA MÉDICA AO PARTO: medidas para prevenir e combater a violência obstétrica
Giulia Stolfi
1 Introdução
2 Definição de violência obstétrica
3 O movimento para a humanização do parto e a promoção dos direitos humanos das mulheres
4 Leis e políticas públicas para combater a violência obstétrica
5 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 16
SAÚDE MENTAL SOB A ÓTICA DE GÊNERO: quais os caminhos para a saúde mental das mulheres em uma cultura marcada por hierarquias de gênero?
Laura Tuma Martins Bertolin
1 Introdução
2 Desigualdades entre homens e mulheres em uma sociedade gendrada
3 Violências a que as mulheres estão permanentemente submetidas
4 Saúde mental das mulheres no Brasil
5 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 17
VIOLAÇÃO DA DIGNIDADE SEXUAL E O ESTUPRO DE MULHERES NO BRASIL
Mariana da Silva Ferreira
1 Introdução
2 Violência sexual em números
3 Impacto da Lei do Minuto Seguinte
4 Atuação médico-legal e a prova técnico pericial
5 Revitimização
6 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 18
VIOLÊNCIA FÍSICA CONTRA AS MULHERES: das vias de fato ao feminicídio
Celeste Leite dos Santos
1 Introdução
2 Violência de Gênero: Definição e Tipos
2.1 Conceito de Violência de Gênero
2.2 Tipos de Violência de Gênero
3 A Violência Física como Expressão da Violência de Gênero
3.1 Características e Manifestações da Violência Física
3.2 Impactos da Violência Física na Saúde e Bem-Estar das Vítimas
4 Legislação Brasileira e Políticas Públicas de Enfrentamento
4.1 Marco Legal Brasileiro sobre Violência de Gênero
4.2 Políticas Públicas de Prevenção e Combate à Violência de Gênero
4.3 Lei Antifeminicídio
4.4 O Projeto de Lei de Estatuto da Vítima
5 Fatores de Risco e Causas da Violência de Gênero
5.1 Fatores Socioculturais
5.2 Desigualdade de Gênero e Machismo
6 Percepções Sociais e Estereótipos Relacionados à Violência de Gênero
6.1 Percepções sobre a Violência Física
6.2 Estereótipos de Gênero e sua Influência na Violência
7 Desafios e Avanços no Combate à Violência de Gênero no Brasil
7.1 Desafios Institucionais
7.2 Avanços na Sensibilização e Educação
8 Estudos e Pesquisas sobre Violência de Gênero no Brasil
8.1 Principais Estudos e Dados Epidemiológicos
8.2 Metodologias de Pesquisa e Coleta de Dados
9 Conclusões e Recomendações
Referências
CAPÍTULO 19
A CONSTRUÇÃO DA CULTURA DO ASSÉDIO SEXUAL NAS SOCIEDADES COLONIZADAS
Luanda Pires | Luciana Terra
1 Introdução
2 A objetificação dos corpos femininos
3 Caça às bruxas e dias atuais
4 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 20
DESIGUALDADE E VIOLÊNCIA DE GÊNERO: políticas públicas salvam vidas!
Alice Bianchini
1 Introdução
2 Desigualdade de gênero e violência de gênero
3 Divisão sexual do trabalho: impacto na sub-representação e na dependência financeira das mulheres
4 A neutralidade, quando estamos diante de um quando de injustiça, de discriminação e de preconceitos, representa sua horrenda manutenção
5 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 21
TRÁFICO DE PESSOAS NO CONTEXTO DE EMPRESAS E DIREITOS HUMANOS: desafios ao enfrentamento do crime em cadeias globais de valor
Ana Cláudia Ruy Cardia Atchabahian | Izabela Zonato Villas Boas
1 Introdução
2 Tráfico de pessoas nas cadeias globais de valor: reflexos da escravidão moderna no setor privado
3 Tráfico de pessoas em cadeias de valor sob a ótica do UNODC
4 A responsabilidade de empresas frente ao crime de tráfico de pessoas em cadeias de valor
5 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 22
CONTORNOS FEMININOS NA MIGRAÇÃO DE BRASILEIROS PARA PORTUGAL
Iara Lemos
1 Introdução
2 As mulheres brasileiras no contexto migratório português
3 Discriminação às mulheres migrantes brasileiras em Portugal
4 Concepção da ideia de gênero e interseccionalidade
5 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 23
SUBEMPREGADAS DOMÉSTICAS: uma análise sobre a tardia regulamentação e a exclusão das diaristas da proteção laboral
Bruna Salles Carneiro
1 Introdução
2 Retratos das trabalhadoras domésticas no Brasil
2.1 Contornos para a divisão racial do trabalho doméstico
3 Breve panorama da conquista de direitos pelas trabalhadoras domésticas
4 Diaristas como “subempregadas” domésticas e os conflitos normativos
5 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 24
ENCARCERAMENTO DE TRAVESTIS E MULHERES TRANS NO BRASIL: mitos e fatos
Fernanda dos Santos Ueda | Joyce Bittencourt Teixeira de Oliveira
1 Introdução
2 Contexto histórico e jurídico
2.1 Regulamentos nacionais
2.2 Desafios na implementação das normas
3 Mitos e fatos
3.1 Trans em presídios femininos
3.2 Excesso de direitos da população LGBTQIPAN+
4 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 25
VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA MENINAS E MULHERES INDÍGENAS: notas sobre a jurisprudência da Corte IDH e a investigação policial sob perspectiva interseccional
Araceli Martins Beliato
1 Introdução
2 A violência sexual contra meninas e mulheres indígenas: interseccionalidade e invisibilidade
3 Padrões interamericanos sobre violência sexual contra meninas e mulheres indígenas: análise jurisprudencial da Corte IDH
3.1 Caso Rosendo Cantú e outra vs. México (2010)
3.2 Caso Inés Fernández Ortega vs. México (2010)
3.3 Massacres na Guatemala e a violência sexual contra mulheres indígenas como instrumento de extermínio
3.4 Caso Campo Algodonero vs. México (2009)
3.5 Caso Contreras e outra vs. El Salvador (2011)
3.6 Caso Veliz Franco vs. Guatemala (2014)
3.7 Caso V.R.P. e V.P.C. vs. Nicarágua (2018)
4 Investigação policial sob perspectiva interseccional: a experiência da 6ª DDM de São Paulo
5 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 26
CIDADANIA APAGADA. COMO (SOBRE)VIVEM AS MULHERES QUILOMBOLAS?
Luciana Maria Penna Dupré Rabello
1 Introdução
2 Saberes, fazeres e lutas das mulheres quilombolas
3 Precisamos falar sobre violência
4 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 27
DEFICIÊNCIA E GÊNERO EM PERSPECTIVA INTERSECCIONAL: o caso Sônia Maria de Jesus
Anna Paula Vencato | Fernanda Jorge Maciel
1 Quebra-cabeças da história
2 Marcos Legais
3 Cruzando dados - para uma análise interseccional
4 Conclusões – como não reiterar tantas formas de exclusão
Referências
CAPÍTULO 28
VIOLÊNCIA DE GÊNERO E SUAS IMPLICAÇÕES JURÍDICAS NA CASERNA
Mariana Aquino
1 Introdução
2 A mulher militar
3 Crimes militares de maior ocorrência contra mulheres
4 Crimes militares extravagantes
5 Aplicação do protocolo para julgamento com perspectiva de gênero na justiça militar
6 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 29
MULHERES QUE ACOLHEM: reflexões e transbordamentos da política pública para mulheres a partir da perspectiva da história oral
Fernanda Rocha de Moraes | Marta Gouveia de Oliveira Rovai
1 Introdução
2 Os Direitos Humanos das Mulheres e as Políticas Públicas de Enfrentamento às Violências contra Mulheres no Brasil e Entes Subnacionais
3 A Secretaria Municipal das Mulheres de Embu das Artes/SP: resistências e desafios para realização de políticas pública de estado e não de governo
4 A Experiência na Execução de Políticas Públicas Expressa em Narrativas Orais
5 Reflexões inconclusivas
Referências
CAPÍTULO 30
INVESTIGAÇÃO CRIMINAL SOB A PERSPECTIVA DE GÊNERO
Ana Carolina Del Picchia Nogueira Gonzalez | Camilla Hage
1 Introdução
2 Conceito de gênero
3 Influências do gênero na dinâmica da investigação criminal
4 Perspectiva de gênero em casos de violência doméstica, abuso e crimes sexuais
5 Atendimento humanizado e entrevistas com vítimas
6 Importância da capacitação e treinamento de profissionais de segurança
7 Desafios e limitações da perspectiva de gênero na investigação criminal
8 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 31
IGUALDADE DE GÊNERO PROCESSUAL
Cecilia Rodrigues Frutuoso Hildebrand
1 Introdução
2 Igualdade de Gênero
3 Igualdade de Gênero no Direito Processual Civil
4 Conclusões
Referências
CAPÍTULO 32
UMA EXPERIÊNCIA COLETIVA DE REESCRITA DE DECISÕES JUDICIAIS COM
PERSPECTIVA FEMINISTA
Ela Wiecko V. de Castilho | Lorena Pacheco Brandão | Raquel Martins de Arruda Neves
1 Introdução
2 Por que escolhemos a reescrita?
3 Por que escolhemos decisões do STJ?
4 A Decisão no Caso Aline
5 A Decisão no Caso Bruna
6 Conclusões
Referências
Epílogo
Francini Imene Dias Ibrahin
Doutoranda em Direitos Humanos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Mestra em Direito Ambiental e Políticas Públicas pela Universidade Federal do Amapá – AP. Especialista em Direito Administrativo pela PUC/SP. Especialista em Direitos Humanos pelo CEI. Especialista em Inteligência Policial e Segurança Pública pela ESDP/FCA. Autora, coautora, organizadora e coordenadora de obras jurídicas. Professora da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” – ACADEPOL. Delegada de Polícia do Estado de São Paulo.
Patrícia Tuma Martins Bertolin
Doutora em Direito do Trabalho pela Universidade de São Paulo, com Estágio Pós-Doutoral na Superintendência de Educação e Pesquisa da Fundação Carlos Chagas. Professora do Programa de Pós-Graduação em Direito Político e Econômico da Universidade Presbiteriana Mackenzie e líder o grupo de pesquisa (CNPq) “Mulher, Sociedade e Direitos Humanos”. Sócia da Consultoria Equidade LAB.