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Descrição
Ref: LIV-JH-DEIAD-26
Por: Renaldo R. Júnior , Luiz Fabrício Betin Carneiro
Edição: 1ª Edição
Publicação: 02/2026
Páginas: 206 páginas
Capa: Brochura
Peso: 0,300g
Dimensões: 16 x 23cm

A atuação no Direito Eleitoral contemporâneo exige mais do que domínio normativo — exige compreensão estratégica dos impactos da tecnologia sobre a formação da vontade do eleitor.

Em O Direito Eleitoral na Era da Inteligência Artificial e dos Deepfakes, você encontra uma leitura que antecipa riscos e oferece caminhos concretos para atuação segura em um ambiente marcado por desinformação, manipulação algorítmica e crise da prova. Ao integrar análise técnica e aplicação prática, a obra fortalece sua capacidade de decisão em cenários sensíveis e dinâmicos.

Ao longo do conteúdo, Renaldo Rodrigues Junior e Luiz Fabrício Betin Carneiro conduzem você a uma compreensão aprofundada dos desafios digitais, permitindo que você atue com maior previsibilidade, controle de riscos e consistência argumentativa — elementos essenciais para sua autoridade profissional.

  • Deepfakes e seus impactos no processo eleitoral
  • Crise da prova e o “dividendo do mentiroso”
  • Microdirecionamento político e manipulação de dados
  • Aplicação prática da LGPD em campanhas eleitorais
  • Governança de dados e elaboração de RIPD
  • Responsabilidade das plataformas digitais
  • Lacunas do Marco Civil da Internet
  • Estratégias de compliance eleitoral digital
  • Protocolos de gestão de crise reputacional
  • Transparência ativa e confiança do eleitor
  • Interpretação constitucional do cenário digital

Ao incorporar esse conhecimento, você amplia sua capacidade de atuação preventiva, reduz riscos jurídicos e se posiciona com maior segurança em um dos campos mais sensíveis do Direito atual.

Trata-se de um conteúdo que impacta diretamente sua prática, fortalece sua estratégia profissional e representa um diferencial relevante em um cenário onde tecnologia e Direito se entrelaçam de forma cada vez mais complexa.

A integridade do processo eleitoral nunca esteve tão exposta — e compreender os limites jurídicos da tecnologia tornou-se uma exigência estratégica para quem atua no Direito.

Em O Direito Eleitoral na Era da Inteligência Artificial e dos Deepfakes, você é conduzido a uma análise precisa sobre como a inteligência artificial, os deepfakes e o uso massivo de dados estão redefinindo o cenário eleitoral. Com abordagem técnica e visão contemporânea, os autores Renaldo Rodrigues Junior e Luiz Fabrício Betin Carneiro conectam teoria jurídica e prática profissional de forma clara e aplicável.

Ao longo da obra, você compreende não apenas os riscos — como manipulação algorítmica, desinformação e crise da prova —, mas também as respostas jurídicas possíveis. Com isso, desenvolve uma atuação mais estratégica, preventiva e alinhada às exigências atuais do Direito Eleitoral.

Com uma abordagem original, o conteúdo propõe um reposicionamento do operador do Direito diante de um novo ambiente: digital, dinâmico e altamente sensível à integridade informacional.

Entre os principais temas, destacam-se:

  • Deepfakes e a crise da verdade no processo eleitoral
  • Microdirecionamento político e manipulação algorítmica
  • “Dividendo do mentiroso” e desafios probatórios
  • Aplicação da LGPD nas campanhas eleitorais
  • Governança de dados e elaboração de RIPD
  • Responsabilidade das plataformas digitais (duty of care)
  • Lacunas do Marco Civil da Internet
  • Estratégias de compliance eleitoral digital
  • Protocolos de gestão de crise reputacional
  • Transparência ativa e confiança do eleitor
  • Análise constitucional e normativa do cenário digital

Ao incorporar esse conteúdo, você passa a atuar com maior previsibilidade de riscos, fortalece sua capacidade de resposta em cenários críticos e eleva o nível técnico das suas estratégias eleitorais.

Do ponto de vista prático, a obra oferece ferramentas concretas para prevenção de irregularidades e gestão de crises. No campo acadêmico, apresenta reflexão crítica sobre a evolução do Direito Eleitoral. Estrategicamente, posiciona você como um profissional preparado para lidar com os desafios mais sofisticados da atualidade.

Nesse contexto, a relevância do material é evidente. A tecnologia não apenas transformou a comunicação política — ela alterou a própria dinâmica da formação da vontade do eleitor. Ignorar esse cenário compromete a atuação. Por outro lado, compreendê-lo amplia sua capacidade de intervenção e proteção jurídica.

A obra é especialmente indicada para:

  • Advogados eleitoralistas
  • Membros do Ministério Público e magistrados
  • Consultores políticos e assessores jurídicos
  • Profissionais que atuam com proteção de dados
  • Pesquisadores e estudiosos do Direito Digital

Perguntas frequentes:

A obra oferece aplicação prática ou apenas teoria?

Oferece ambos, incluindo protocolos de compliance e gestão de crise.

O conteúdo aborda a LGPD nas campanhas?

Sim. Trata da governança de dados e dos riscos jurídicos envolvidos.

Há análise sobre deepfakes?

Sim. A obra examina seus impactos e desafios probatórios.

O livro trata da responsabilidade das plataformas?

Sim. Analisa o dever de cuidado das Big Techs.

É útil para atuação profissional imediata?

Sim. O conteúdo é estruturado para aplicação direta.

Em um cenário onde a tecnologia redefine os limites da verdade e da prova, atuar com segurança exige conhecimento específico e atualizado.

Ao explorar este conteúdo, você fortalece sua capacidade de antecipar riscos, estruturar estratégias sólidas e atuar com autoridade em um dos campos mais desafiadores do Direito contemporâneo.

Sumário

Apresentação

O Direito Eleitoral na era da Inteligência Artificial e dos Deepfakes

Prefácio

A bússola jurídica na tempestade perfeita da desinformação

Introdução

P A R T E I

Fundamentos constitucionais sob ameaça

Capítulo 1

O voto como pilar do Estado Democrático de Direito

1.1 A soberania popular e o sufrágio universal na Constituição de 1988

1.2 A liberdade do voto: a necessidade de uma consciência livre e informada

1.3 A Inteligência Artificial como vetor de risco à autenticidade da vontade do eleitor

1.4 A exploração de vieses cognitivos: da persuasão legítima à manipulação comportamental

1.5 Exemplos práticos: a IA em ação nas eleições recentes

CAPÍTULO 2

Direitos fundamentais em rota de colisão

2.1 Liberdade de expressão vs. direito à informação veraz: limites e ponderações na arena digital

2.1.1 A “Liberdade de Expressão” dos algoritmos: quem é o emissor da mensagem recomendada?

2.2 O direito à privacidade e a proteção de dados pessoais (art. 5º, X, XII e LXXIX, da CF/88)

2.3 O princípio da isonomia: a desigualdade de armas na guerra algorítmica

2.3.1 Assimetria informacional: o desequilíbrio entre campanhas “Data-Driven” e a fiscalização tradicional

P A R T E II

O arsenal jurídico atual e suas lacunas

CAPÍTULO 3

A legislação eleitoral frente à revolução digital

3.1 O abuso de poder na Era da IA: reinterpretando o abuso de poder econômico e o uso indevido dos meios de comunicação social (LC n. 64/90)

3.1.1 O desafio da prova em mídias sociais e aplicativos de mensagens: a “caixa-preta” da viralização privada

3.2 Propaganda eleitoral: das formas tradicionais à impulsão por algoritmos

3.3 As Resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como resposta imediata: análise crítica

3.4 O rastro do dinheiro digital: desafios na prestação de contas e fiscalização de gastos com IA e dados

3.5 Estudos de Caso: ações judiciais sobre IA e desequilíbrio eleitoral

CAPÍTULO 4

Leis extravagantes e sua aplicação no cenário eleitoral

4.1 O Marco Civil da Internet (Lei n. 12.965/2014) e a responsabilidade dos provedores

4.2 A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei n. 13.709/2018): O Tratamento de Dados Pessoais por Partidos e Candidatos

4.2.1 O consentimento do titular e o legítimo interesse no jogo político

4.2.2 A governança de dados na prática eleitoral: a obrigatoriedade do Encarregado de Proteção de Dados (DPO) em partidos e campanhas

4.2.3 Desafios de implementação: Relatórios de Impacto (RIPD), políticas de privacidade e a gestão de requisições de titulares

4.2.4 A interface entre a ANPD e a Justiça Eleitoral

4.3 O Direito Penal e os crimes contra a honra potencializados por deepfakes

4.3.1 A pulverização da autoria e a responsabilidade penal em cascata

P A R T E III

Desafios contemporâneos e propostas de futuro

CAPÍTULO 5

O fenômeno deepfake: a morte da prova e a crise da verdade

5.1 A natureza jurídica do conteúdo sintético: entre a sátira e a fraude

5.2 O ônus da prova em ações de impugnação: como provar a falsidade em tempo hábil?

5.2.1 O “Dividendo do Mentiroso” (Liar’s Dividend)

5.3 Soluções regulatórias: rotulagem obrigatória e “marcas d’água” digitais

CAPÍTULO 6

A regulação das plataformas digitais (Big Techs)

6.1 O papel das plataformas como editores ou meros intermediários

6.1.1 A economia da atenção como causa-raiz: como o modelo de negócios das plataformas incentiva a polarização

6.2 Transparência algorítmica: o direito do eleitor de saber por que vê o que vê

6.2.1 Transparência da propaganda paga vs. transparência do conteúdo orgânico

6.3 O dever de cuidado (duty of care) e a responsabilidade civil das plataformas

6.3.1 O “Quebra-Circuito” (Circuit Breaker)

CAPÍTULO 7

Caminhos para o futuro: propostas legislativas e institucionais

7.1 Propostas de lege ferenda: o que mudar na legislação brasileira?

7.2 O fortalecimento da justiça eleitoral: a necessidade de perícia técnica e cooperação internacional

7.2.1 Alianças Estratégicas

7.3 A literacia midiática e a educação digital como política de Estado

CAPÍTULO 8

Guia de compliance para campanhas digitais éticas e seguras

8.1 Checklist de conformidade à LGPD para comitês eleitorais

8.2 Boas práticas na contratação de ferramentas de IA e agências de marketing 

8.3 Gestão de crise reputacional

8.4 Transparência ativa

CAPÍTULO 9

Mapeamento de riscos e planejamento estratégico (fase pré-campanha)

9.1 Elaborando o Relatório de Impacto à Proteção de Dados (RIPD) para o uso de IA

9.2 Due Diligence na contratação de ferramentas e agências: cláusulas contratuais essenciais

9.3 Construindo a Política de Privacidade e os Termos de Uso do ecossistema digital da campanha

CAPÍTULO 10

Guia de operações e boas práticas (fase de campanha) 

10.1 Checklist de conformidade à LGPD para o dia a dia dos comitês

10.2 Protocolo de Gestão de Requisições de Titulares (Direitos dos Eleitores)

10.3 Transparência ativa: como comunicar o uso de IA e dados ao eleitorado

10.4 Plano de resposta a incidentes: o que fazer em caso de vazamento de dados ou ataque reputacional com deepfakes

CAPÍTULO 11

Encerramento e pós-eleição 

11.1 O descarte seguro de dados pessoais: procedimentos e evidências

11.2 A prestação de contas digital: declarando gastos com tecnologia e dados

11.3 Lições aprendidas: como transformar a experiência em ativo para futuros pleitos

Conclusão

Referências

Renaldo R. Júnior

Advogado. Mestre em Educação pela Universidade Tuiuti do Paraná. Especialista em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC/PR, em Direito Eleitoral pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC/MG, em Direito Constitucional pela Faculdade Damásio de Jesus, em Licitações e Contratos Administrativos pelo Centro Universitário UniBrasil e em Direito Público pela Faculdade Legale. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade de Taubaté – UNITAU. Professor universitário nas áreas de Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito do Trabalho, Direito Eleitoral e Gestão Pública. Coordenador do Núcleo de Educação a Distância, do Instituto Superior de Educação e do Núcleo de Pós-Graduação do Centro Universitário do Vale do Ribeira – UNIVR. Procurador Jurídico da Câmara Municipal de Ilha Comprida/SP e Procurador Institucional Auxiliar da UNIVR. Autor de diversas obras acadêmicas nas áreas jurídica e de gestão pública. Integrante do Grupo de Pesquisas em Políticas Públicas e Gestão da Educação da Universidade Tuiuti do Paraná. Com sólida atuação no Direito Público e experiência na docência superior, tem se dedicado ao estudo das reformas estruturantes do Estado brasileiro, com ênfase na modernização do sistema fiscal. É autor de artigos acadêmicos, pareceres e materiais didáticos voltados à simplificação e à justiça fiscal, contribuindo para o debate jurídico e contábil sobre os impactos da reforma tributária no Brasil.

Luiz Fabrício Betin Carneiro

Advogado. Especialista em Direito Eleitoral pela UNICURITIBA (Faculdade de Direito de Curitiba), em Direito Administrativo pelo Instituto de Direito Romeu Felipe Bacellar e em Gestão Pública pela Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba. Especialista em Governança Pública, atuou como Conselheiro de Administração na Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina – APPA (2017/2019) e como Conselheiro Fiscal da Fomento Paraná (2014/2018), além de assessorar diversos órgãos dos poderes Executivo e Legislativo em âmbitos estadual e municipal. Com mais de 17 anos de experiência, possui sólida atuação nas searas consultiva e contenciosa do Direito Público, com ênfase em Empresas Estatais, contratos administrativos e defesa de agentes políticos e pessoas jurídicas perante o Poder Judiciário e o Tribunal de Contas do Estado do Paraná. No âmbito do Direito Eleitoral, atua desde 2008 como consultor de agremiações partidárias, focado na estruturação estratégica de campanhas e na preparação de candidaturas. Dedica-se a oferecer soluções jurídicas para instituições em ambientes regulados, garantindo segurança institucional, articulação política e governança estratégica.