R$149,00

Cartão de Crédito
5 x de R$29,80 sem juros
7% de desconto pagando com Pix
Ver mais detalhes

Desconto com Desconto com PIX
Entregas para o CEP:
Frete grátis a partir de
Frete Grátis: Calcule o prazo
Ok
Não sei meu CEP
Descrição
Ref: LIV-JH-LTC1-26
Por: Márcio L. Spimpolo
Edição: 1ª Edição
Publicação: 05/2026
Páginas: 227 páginas
Capa: Brochura
Peso: 0,250g
Dimensões: 16 x 23cm

A excelência na 2ª fase da OAB não está apenas no conhecimento da lei, mas na capacidade de aplicá-la com precisão técnica e segurança na construção das peças processuais. É exatamente esse nível de preparo que a obra de Leticia Aidar, Eveline Poyares e Simone Belfort proporciona: transformar estudo em desempenho concreto.

Ao integrar modelos estruturados, orientação estratégica e prática direcionada, o material permite que você desenvolva domínio real sobre a elaboração de peças trabalhistas. Isso significa mais do que acertar a estrutura — significa compreender o raciocínio exigido pela banca e aplicá-lo com consistência, fortalecendo sua segurança tanto na prova quanto na atuação profissional.

  • Estruturação técnica de peças prático-profissionais
  • Petição inicial trabalhista e suas variações
  • Ação de consignação em pagamento
  • Contestação e respostas do réu
  • Exceções processuais trabalhistas
  • Recursos trabalhistas, incluindo embargos de declaração
  • Recursos extraordinários na prática laboral
  • Execução trabalhista e embargos à execução
  • Agravo de petição e técnica recursal
  • Modelos completos com gabaritos orientativos
  • Dicas estratégicas para organização e desenvolvimento das respostas

Ao direcionar sua preparação com base em um conteúdo estruturado e alinhado às exigências reais da prova, você passa a construir não apenas respostas corretas, mas uma atuação jurídica mais segura e técnica. Trata-se de um conhecimento que se traduz em confiança, consistência e um posicionamento diferenciado no cenário profissional.

Em um cenário jurídico marcado pela transformação digital e pela crescente judicialização das relações condominiais, compreender os limites entre o direito de propriedade, a autonomia privada e a convivência coletiva deixou de ser uma escolha estratégica — tornou-se uma necessidade para quem atua no Direito Imobiliário e Condominial.

Com uma abordagem técnica, crítica e profundamente conectada à realidade contemporânea, Locações para Temporada em Condomínios, de Márcio L. Spimpolo, oferece ao profissional do Direito uma análise consistente sobre os impactos das plataformas digitais de locação nas relações condominiais modernas. Ao longo de seus capítulos, a obra conecta doutrina, jurisprudência e prática profissional para examinar um dos temas mais sensíveis e debatidos da atualidade: os limites jurídicos das locações de curta duração em condomínios residenciais.

Fruto de sólida experiência prática e acadêmica, o conteúdo propõe uma reflexão aprofundada sobre os conflitos envolvendo convenções condominiais, assembleias, restrições internas e os direitos dos proprietários diante das novas dinâmicas da economia compartilhada. Nesse contexto, o leitor encontra fundamentos relevantes para atuação consultiva, contenciosa e preventiva, especialmente em situações que exigem interpretação técnica refinada e segurança jurídica.

Além disso, a obra apresenta uma leitura estratégica sobre os precedentes dos Tribunais Superiores, analisando criticamente os entendimentos que vêm moldando o tratamento jurídico das locações intermediadas por plataformas digitais. Com isso, o profissional amplia sua capacidade argumentativa, fortalece sua atuação perante conflitos condominiais e desenvolve uma visão mais sofisticada sobre os desafios contemporâneos da propriedade privada.

Entre os principais temas, destacam-se:

  • Natureza jurídica das locações realizadas por plataformas digitais;
  • Distinção entre hospedagem atípica e locação residencial por temporada;
  • Direito de propriedade versus destinação residencial das unidades autônomas;
  • Limites das restrições impostas por convenções e assembleias condominiais;
  • Segurança jurídica nas relações condominiais;
  • Responsabilidade civil do locador;
  • Gestão de conflitos em condomínios;
  • Análise crítica da jurisprudência do STJ;
  • Multipropriedade e novas modalidades de ocupação imobiliária;
  • Impactos das plataformas digitais no Direito Imobiliário contemporâneo.

Nesta obra, o leitor encontrará não apenas aprofundamento doutrinário, mas também instrumentos aplicáveis à prática jurídica cotidiana. A construção dos argumentos permite utilizar os fundamentos apresentados em pareceres, ações judiciais, defesas administrativas, convenções condominiais e estratégias preventivas voltadas à redução de litígios.

Por outro lado, o diferencial do conteúdo está justamente na capacidade de transformar debates complexos em soluções juridicamente estruturadas e operacionalmente úteis. Questões envolvendo notificações, multas, assembleias, restrições convencionais e conflitos entre moradores são examinadas sob uma perspectiva prática e atualizada, permitindo atuação mais segura e técnica em situações concretas.

No cenário atual, em que plataformas digitais remodelam constantemente o mercado imobiliário e desafiam conceitos tradicionais do Direito Civil e Condominial, a atualização profissional se tornou indispensável. A ausência de parâmetros legislativos específicos e a evolução contínua da jurisprudência exigem do advogado uma compreensão aprofundada sobre os limites da autonomia privada, da função social da propriedade e da atuação dos condomínios edilícios.

Nesse contexto, Locações para Temporada em Condomínios consolida-se como uma fonte confiável de consulta para profissionais que precisam interpretar conflitos contemporâneos com maior precisão jurídica e visão estratégica. A obra oferece suporte técnico relevante para decisões mais seguras, argumentos mais consistentes e posicionamentos alinhados às transformações do mercado e dos tribunais.

O conteúdo é especialmente indicado para:

  • Advogados que atuam em Direito Imobiliário e Condominial;
  • Síndicos profissionais e administradoras de condomínios;
  • Magistrados e membros do Ministério Público;
  • Gestores imobiliários;
  • Professores e pesquisadores do Direito;
  • Estudantes de pós-graduação;
  • Proprietários de imóveis destinados à locação por temporada;
  • Profissionais que lidam diretamente com conflitos condominiais e locações por aplicativos.

Além da profundidade técnica, a obra dialoga diretamente com a prática profissional moderna, tornando-se especialmente relevante para quem busca diferenciação intelectual e segurança argumentativa em um mercado jurídico cada vez mais especializado.

Perguntas Frequentes

O livro aborda decisões recentes do STJ sobre locações por temporada?

Sim. A obra analisa criticamente precedentes relevantes do Superior Tribunal de Justiça relacionados às locações intermediadas por plataformas digitais e às limitações impostas por condomínios.

O conteúdo possui aplicação prática na advocacia?

Sim. O leitor encontrará fundamentos jurídicos aplicáveis à elaboração de teses, pareceres, notificações, convenções condominiais e estratégias processuais envolvendo conflitos imobiliários e condominiais.

A obra diferencia hospedagem de locação por temporada?

Sim. Esse é um dos pontos centrais do conteúdo. O autor examina tecnicamente a distinção entre hospedagem atípica e locação residencial temporária, analisando seus efeitos jurídicos.

O livro trata da validade de restrições impostas por condomínios?

Sim. A obra examina os limites jurídicos das convenções condominiais e das deliberações assembleares, discutindo até que ponto podem existir restrições ao uso das unidades autônomas.

A análise contempla plataformas digitais como Airbnb e similares?

Sim. O conteúdo aborda diretamente os impactos das plataformas digitais nas relações condominiais e imobiliárias contemporâneas.

O material é indicado apenas para especialistas em Direito Imobiliário?

Não. Embora possua elevado nível técnico, a obra também é relevante para profissionais que atuam com Direito Civil, contratos, responsabilidade civil e mediação de conflitos.

A obra possui enfoque mais teórico ou estratégico?

O conteúdo equilibra profundidade doutrinária com aplicabilidade prática, permitindo ao profissional utilizar os fundamentos apresentados tanto em estudos acadêmicos quanto na atuação profissional cotidiana.

Em um ambiente jurídico cada vez mais impactado pela tecnologia e pelas novas formas de utilização da propriedade privada, compreender os limites das locações por temporada tornou-se essencial para uma atuação segura, estratégica e alinhada às transformações do mercado imobiliário.

Locações para Temporada em Condomínios entrega ao profissional uma análise crítica, atualizada e tecnicamente consistente sobre um dos temas mais relevantes do Direito Condominial contemporâneo. Trata-se de um conteúdo que fortalece a capacidade argumentativa, amplia a segurança jurídica na tomada de decisões e contribui para uma atuação profissional mais preparada diante dos conflitos modernos envolvendo condomínios, plataformas digitais e propriedade privada.

Sumário

Introdução

PARTE I

O Direito de Propriedade e Sua Herança

 

Capítulo 1

Introdução

 

Capítulo 2

Roma: O Dominium e o Núcleo Inviolável

2.1 O Dominium e a Tríade Romana

2.2 A Sobrevivência do Dominium na Unidade Autônoma

2.3 O Jus Fruendi e a Locação para Temporada

2.4 O DNA Inviolável: O Núcleo que Nem a Assembleia Pode Aniquilar

 

Capítulo 3

Idade Média: A Fragmentação e o Perigo Que Retorna

3.1 O Binômio do Domínio: A Ruptura com Roma

3.2 A Enfiteuse e a “Mentalidade Senhorial” que Sobreviveu

3.3 A Reação Liberal: O Código Napoleônico e o Apogeu da Autonomia

3.4 Do Embate Histórico ao Problema Contemporâneo

Capítulo 4

Século XX: Duguit, a Função Social e sua Distorção

4.1 A Tese de Léon Duguit: O Proprietário como Devedor Social

4.2 A Constituição de 1988 e a Acolhida Brasileira

4.3 A Distorção: De Instrumento do Estado a Arma de Vizinhos

4.4 O “Pan-Constitucionalismo” e Seus Riscos

 

PARTE II

A Tese: Função Interpessoal e Funcionalidade Coexistencial

 

Capítulo 5

O Erro de Escala: Por Que a Função Social Não Se Aplica ao Condomínio

5.1 O Pan-Constitucionalismo Interpretativo

5.2 A Distinção Fundamental: Relação Vertical vs. Relação Horizontal

5.3 Os Três Equívocos Técnicos

5.4 A “Publicização” Indevida do Espaço Privado

 

Capítulo 6

A Função Interpessoal da Propriedade

6.1 A Necessidade de um Novo Conceito

6.2 Definição e Fundamento

6.3 A Distinção entre Macrofunção e Microfunção

6.4 A Alteridade como Limite às Proibições Abstratas

6.5 O Condomínio Não é um Clube de Afinidades

6.6 A Propriedade Como Relação Jurídica de Respeito Mútuo

 

Capítulo 7

O Dever de Funcionalidade Coexistencial

7.1 Do Conceito ao Critério: A Necessidade de um Parâmetro Operacional

7.2 O Condomínio como Sistema Operacional

7.3 A Primazia da Conduta sobre a Periodicidade

7.4 O “Desconforto” não é Ilícito

7.5 Os 3Ss Como Único Critério Legítimo de Limitação

7.6 O Sistema de Freios e Contrapesos: Sanção, Não Interdição

7.7 Síntese: o Que o Dever de Funcionalidade Coexistencial Muda na Prática

 

PARTE III

Aplicação: a Locação para Temporada sob o Novo Paradigma

 

Capítulo 8

A Blindagem do Art. 48: Natureza Jurídica da Locação para Temporada

8.1 Da Tese à Lei: O Encontro entre o Paradigma e o Direito Positivo

8.2 O Silêncio Eloquente do Legislador

8.3 A Neutralidade das Plataformas Digitais

8.4 A Hierarquia das Normas: A Convenção Não Revoga a Lei Federal

 

Capítulo 9

Locação vs. Hotelaria: A Distinção Ontológica

9.1 O Equívoco Que Sustenta a Restrição

9.2 A Causa do Contrato Como Critério Definitivo

9.3 O Critério dos Serviços Acessórios

9.4 A Distinção Possessória: Possuidor Direto Vs. Mero Detentor

9.5 A Simulação Jurídica: Proibir “Hospedagem” sem Ter Hotel

9.6 A Destinação Residencial Preservada

 

Capítulo 10

O Limite das Assembleias: Entre Gestão e Autoritarismo

10.1 A Soberania Assemblear e Seus Limites Constitucionais

10.2 O Abuso de Direito: Quem Realmente o Comete

10.3 A “Moralização” do Direito de Propriedade

10.4 A Segurança Como Processo, Não Como Proibição

10.5 O Que a Assembleia Pode — e o Que Ela Não Pode — Fazer

10.6 O Núcleo Essencial Inviolável

 

PARTE IV

Crítica Jurisprudencial e Direito Comparado

 

Capítulo 11

Crítica ao STJ: O Ativismo Que Suprime Direitos

11.1 O Estado da Jurisprudência: Um Tribunal Dividido

11.2 O REsp 1.819.069/RS: Anatomia de um Equívoco

11.2.1 A Premissa Fática Incorreta

11.2.2 A Confusão entre Rotatividade e Risco

11.2.3 A Destinação Residencial: Frequência Vs. Natureza

11.3 O REsp 1.884.483/PR: A Sofisticação Que Não Resolve o Problema

11.4 O STJ Como Legislador Positivo

11.5 O Ponto de Virada: O REsp 1.954.824/MG e o AREsp 2.900.690/GO

11.6 O Que a Jurisprudência Precisa Reconhecer

 

Capítulo 12

Direito Comparado: O Brasil no Contexto Global

12.1 Por Que o Direito Comparado Importa — E Por Que Ele Tem Limites

12.2 Europa: A Crise Habitacional Como Motor das Restrições

12.3 América do Norte: Zoneamento e o Lobby Hoteleiro

12.4 Ásia: Segurança Nacional e Harmonia Social

12.5 América do Sul: Formalização e a Inversão da Presunção de Liberdade

12.6 Oceania: Conduta Como Parâmetro

12.7 A Singularidade Brasileira: Uma Vantagem a Preservar

 

PARTE V

Aprofundamento Doutrinário

 

Nota de Abertura

Capítulo 13

A Responsabilidade Civil do Locador no Ambiente Condominial

13.1 O Problema Que a Tese Deixou em Aberto

13.2 O Fundamento Legal: Entre a Lei do Inquilinato e o Código Civil

13.3 A Natureza da Responsabilidade: Subjetiva com Presunção Relativa de Culpa

13.4 Culpa In Eligendo: A Responsabilidade pela Escolha do Locatário

13.5 Culpa In Vigilando: A Responsabilidade pelo Monitoramento da Estadia

13.6 Os Limites da Responsabilidade: O Proprietário Diligente como Parâmetro

13.7 A Plataforma Digital Como Elemento do Regime de Responsabilidade

13.8 Os Instrumentos Processuais: O Roteiro para Síndicos e Advogados

13.8.1 A Multa Condominial: Fundamento, Procedimento e Limites

13.8.2 A Ação de Cobrança: Rito, Competência e Requisitos Probatórios

13.8.3 A Responsabilização Solidária: Quando o Locatário Também Responde

13.8.4 A Tutela de Urgência: Quando o Dano é Atual e Continuado

13.9 O Proprietário Diligente: Um Protocolo de Autoproteção

13.10 Da Tese ao Processo

 

Capítulo 14

O Condômino Antissocial e a Locação para Temporada: Uma Distinção Necessária

14.1 O Instrumento mais Grave do Direito Condominial

14.2 A Origem e o Espírito do Art. 1.337

14.3 Os Requisitos Cumulativos da Antissocialidade: o Que a Lei Exige

14.4 Comportamento vs. Escolha Econômica: A Distinção Central

14.5 O Equívoco Jurisprudencial: Quando a Rotatividade é Tratada Como Antissocialidade

14.6 Quando a Locação para Temporada Pode, de Fato, Gerar Antissocialidade

14.7 O Abuso de Direito Invertido: Quando o Condomínio é o Antissocial

14.8 A Distinção entre o Proprietário Negligente e o Proprietário Diligente: Consequências Jurídicas

14.9 O Procedimento Correto para Aplicação do Art. 1.337: Um Roteiro para Síndicos

14.10 A Defesa do Proprietário: Peça de Resistência contra a Notificação de Antissocialidade

14.11 A Linha Que Não Pode Ser Cruzada

 

Capítulo 15

Multipropriedade, Locação para Temporada e os Novos Conflitos do Direito Condominial

15.1 Um Instituto Novo em um Mundo Antigo

15.2 A Estrutura Jurídica da Multipropriedade: O Que a Lei 13.777/2018 Criou

15.3 A Cessão da Fração de Tempo: Natureza Jurídica e Enquadramento Legal

15.4 A Cessão via Plataforma Digital: O Airbnb no Condomínio de Multipropriedade

15.5 A Convenção de Condomínio de Multipropriedade: Pode Proibir a Cessão de Frações de Tempo?

15.6 O Dever de Funcionalidade Coexistencial na Multipropriedade: Igualdades e Diferenças

15.7 A Tensão entre a Destinação Turística Original e o Uso Urbano

15.8 A Multipropriedade e o Direito do Turismo: Fronteiras e Sobreposições

15.9 Os Conflitos Que Chegarão ao Judiciário: Um Mapa Prospectivo

15.10 O Dever de Funcionalidade Coexistencial Como Solução Unificadora

15.11 A Fronteira Que Este Capítulo Abre

 

Capítulo 16

Mediação de Conflitos na Locação em Plataformas: O Caminho Extrajudicial Como Expressão do Dever de Funcionalidade Coexistencial

16.1 O Conflito Que o Judiciário Não Resolve — E Que a Mediação Pode

16.2 A Mediação Como Expressão do Dever de Funcionalidade Coexistencial

16.3 A Natureza Específica do Conflito nas Plataformas Digitais

16.4 O Arcabouço Normativo: A Lei 13.140/2015 e o CPC de 2015

16.5 O Papel das Plataformas Digitais na Mediação: Atores, Dados e Responsabilidades

16.6 O Protocolo de Mediação Condominial: Quem Convoca, Como Se Conduz e o Que Se Documenta

Etapa 1 — Identificação e Qualificação do Conflito

Etapa 2 — Convocação e Composição da Mesa de Mediação

Etapa 3 — A Sessão de Mediação: Estrutura e Boas Práticas

Etapa 4 — A Construção do Acordo: Conteúdo e Limites

Etapa 5 — A Formalização e os Efeitos Jurídicos do Acordo

Etapa 6 — O Monitoramento do Acordo e a Mediação Continuada

16.7 Câmaras de Mediação Especializadas: O Papel das Administradoras e das Associações do Setor

16.8 A Mediação On-line: Plataformas de ODR e a Digitalização do Conflito

16.9 A Inserção da Cláusula de Mediação na Convenção Condominial e no Contrato de Locação

16.10 Síntese: A Mediação Como Política Condominial

 

Considerações Finais

I. A Cena Inaugural e o Que Ela Revelou

II. O Percurso: Dois Milênios em Dezesseis Capítulos

III. Os Três Conceitos: Um Paradigma Completo

IV. A Blindagem Legal: O Art. 48 como Norma Inexpugnável

V. A Distinção Que o STJ Precisa Fazer

VI. O Brasil no Mapa Global: Uma Vantagem a Não Desperdiçar

VII. A Parte V como Confirmação do Paradigma: Os Casos Difíceis

VIII. O que Cada Leitor Leva Consigo

IX. O Legado Doutrinário: O Que Esta Obra Pretende Deixar

X. O Equilíbrio Que o Direito Busca — E Que Esta Obra Encontrou

XI. Uma Palavra sobre o Futuro: O Direito Que Está Se Formando

XII. A Frase Que Sintetiza — E o Silêncio Que Ela Rompe

Referências

sumário remissivo

I. Índice Analítico

II. Índice de Dispositivos Legais

III. Índice de Julgados

Márcio L. Spimpolo

Nascido em Ribeirão Preto e cidadão do mundo por vocação, Márcio Spimpolo, como é conhecido, acredita que o Direito só cumpre seu papel quando é capaz de pacificar as relações humanas e gerar valor real para a sociedade. Com uma trajetória multifacetada que une a clareza do Jornalismo ao rigor do Direito, ele se consolidou como uma das vozes mais influentes e requisitadas do mercado imobiliário e condominial brasileiro. Atualmente, sua atuação transcende as fronteiras dos tribunais e das salas de aula. Como palestrante, Márcio percorre o Brasil compartilhando insights e soluções para os novos desafios da propriedade urbana, sendo presença constante nos principais eventos do setor. Essa vocação para o ensino se materializa também no Mentor Condo, programa de mentoria de sua autoria onde ele transforma décadas de experiência prática em estratégia de carreira para advogados e gestores que buscam excelência e autoridade no nicho condominial. No campo da advocacia, é diretor da Spimpolo & Advogados Associados, banca jurídica com sede em Ribeirão Preto e uma unidade estratégica em São Paulo, estruturada para atender demandas em todo o território nacional. Sua liderança institucional como atual presidente da ANACON (Associação Nacional da Advocacia Condominial) reforça seu compromisso com o fortalecimento da classe e a modernização da gestão coletiva no país. Sua busca pelo saber o levou ao doutorado em Direito pela UCES (Argentina), onde desenvolve a tese que fundamenta esta obra: a "Função Interpessoal da Propriedade" — um conceito inovador que propõe um novo olhar sobre o uso dos espaços privados na era da economia compartilhada. Fora do ambiente corporativo, Márcio utiliza sua experiência como comunicador para traduzir o Direito ao grande público, seja como apresentador do programa "Condomínios Pelo Mundo" na TV Travel Box Brazil e a TV Travel Food & Drinks, ou como colunista das rádios CBN Ribeirão e Campinas e do portal Migalhas. Apesar da circulação nacional e da agenda intensa, ele preserva seus portos seguros: a família, o prazer de um bom vinho e o toque de um livro físico. Para Márcio, escrever sobre locações por temporada é, acima de tudo, oferecer uma bússola jurídica para quem deseja navegar com segurança pelas transformações do morar contemporâneo.